É ela... (II)
Nem percebi que estava dirigindo na beira da praia. Não havia nada nem ninguém ali, somente a escuridão e o meu farol que iluminava um pouco a areia fina e que derrapava vez ou outra, fazendo as rodas quererem atolar.
Foi quando vi o vulto branco na minha frente, saindo do nada. Tentei frear, mas o carro perdeu o controle. Ouvi o som do choque do corpo na lataria e finalmente o motor parou. Saí do carro rapidamente, caindo na areia. Levantei e corri até a pessoa, jogada no chão.
Abaixei-me, em