Por fim, consigo articular uma deixa para a minha saída:
— Ainda bem que não tenho essa capacidade e, talvez, se tivesse, meus dedos estariam na sua cara bonita. Bom dia, senhor Çelik, e bom apetite.
Eu vou deixando a sala escutando a sua risada baixa.
— Espere! — ele então diz.
Solto o ar e me volto para ele. Nos encaramos. Ele recosta melhor na cadeira, com uma expressão que me deixa tensa.
— Já disse que senhor aqui é meu pai, apenas Murat. E por falar nele, teremos uma festinha hoje. Você j