— Beatriz, você... você sabe que tem gente que vive por você... eu... eu sou...
A última frase foi pronunciada em voz tão baixa que Beatriz não conseguiu entender.
Desta vez, Dani havia realmente desmaiado. Beatriz suspirou aliviada, sentindo-se um pouco mais tranquila.
Ela não podia se compadecer com um distúrbio. Ela queria um Daniel humano, consciente e controlado, à frente de tudo.
Dani era como uma bomba-relógio, imprevisível, e Beatriz não queria arriscar.
Beatriz o levou para casa, onde e