Beatriz imediatamente consultou o melhor psiquiatra da cidade.
— Não fique nervosa, sente-se e vamos conversar um pouco.
O médico parecia tão jovem que Beatriz duvidava de sua competência.
O lugar estava decorado mais como um aconchegante lar do que um consultório médico, e não havia o cheiro pungente de desinfetante.
Ele perguntou se ela gostaria de algo para beber, tendo café e água disponíveis, e até mesmo álcool.
Beatriz, um pouco nervosa, pediu um café.
O médico o trouxe e sorriu para ela.