Carlos parou, apertando os punhos, sabendo que havia violado seus princípios morais, agindo de maneira desprezível.
Mas... ele se virou, encarando Daniel: — Realmente não deveria fazer isso, mas você me decepcionou demais. Se não consegue protegê-la, não pode dar tudo o que ela quer, por que não a deixa livre para encontrar alguém que realmente a mereça?
— Alguém melhor? Você?
— Não é óbvio? Você não é indispensável, por que...
— Como sabe que não sou? Vou te dizer a verdade, meu interesse por e