Sarah estava organizando os materiais em seu consultório quando a porta se abriu com um som firme. Surpresa, ela ergueu os olhos e encontrou Thomas Lewantys parado na entrada. Sua presença imponente estava diferente — os ombros antes eretos estavam curvados sob o peso de uma dor invisível, e seus olhos, sempre tão frios e calculistas, agora mostravam um desespero que a fez hesitar por um instante.
— Dra. Campbell — ele começou, com uma formalidade que não escondia a vulnerabilidade em sua voz —