Quando Valerie e sua comitiva finalmente cruzaram as portas do elevador, levando embora as araras e o falatório em francês, a cobertura mergulhou outra vez naquele vazio imenso. Maya pegou o vestido vinho com um cuidado quase religioso, guardando-o no closet, e vestiu novamente sua calça jeans e a blusa de tricô cinza. Ela se sentia cansada, mas sua mente estava acelerada demais para deixá-la descansar.
O relógio da parede marcava dezoito horas. A luz do sol de sábado começava a sumir no hori