Mundo de ficçãoIniciar sessãoO silêncio dentro do elevador privativo era quase ensurdecedor. Assim que as portas de inox se fecharam, deixando o andar do restaurante para trás, Maya soltou o ar que nem percebia que estava segurando. Seus ombros desabaram e ela encostou as costas na parede espelhada, sentindo o metal frio contra a pele nua que o vestido verde-esmeralda não cobria.
Ela olhou para o lado. Nicholas continuava de pé, imóvel, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça social e os olhos fixos nos númer






