Liora também recebia Marcos de braços abertos.
Depois da escola, assim que chegava em casa e via Marcos por ali, ela corria para grudar nele e pedir ajuda para brincar de LEGO e montar quebra-cabeças.
Nem nos fins de semana ela dava descanso.
Fazia manha para eu levar ela até a floricultura só para encontrar Marcos.
Diante daquele apego da minha filha, sorri sem graça para ele.
— Desculpa. Liora está atrapalhando seu trabalho, não está?
Marcos não se incomodava nem um pouco.
— Claro que não. Eu