Narrado por Isabella Volkov
O cheiro de ferro e suor frio impregnava o quarto. Lev estava sentado na beira da cama, pálido, a camisa aberta revelando os curativos improvisados que eu fizera. Ele tentou se levantar para ir ao banheiro, mas fraquejou, soltando um rosnado de dor.
— Isabella... — a voz dele saiu como um lixa sobre o veludo. — Eu não consigo tirar esse sangue sozinho. Está grudado na minha pele. Sinto o cheiro da morte em cada poro. Por favor...
Eu deveria ter negado. Deveria ter ch