A segunda-feira na ala médica começou agitada. Léo e Tati haviam saído cedo para acompanhar o Dr. Camilo até uma fazenda vizinha para um parto de risco, deixando-me encarregada de organizar os prontuários e esterilizar os instrumentos cirúrgicos no laboratório de isolamento. O silêncio do lugar, que costumava me acalmar, de repente pareceu denso demais.
Eu estava de costas para a porta, concentrada na contagem das seringas, quando o aroma excessivamente doce e pesado de colônia importada inva