Insignificante (II)

Um breve silêncio se fez entre nós. Isabelle o quebrou:

- Brincavam de esconde-esconde?

Ri:

- Acha que meus pais sabiam o que era isto? Eu... sei o que é... mas nunca brinquei – confessei.

- Mas você disse que se escondia deles. – Franziu a testa.

- Escondia-me para que dessem a minha falta. – Me ouvi confessando em voz alta o que nunca tive coragem de admitir para mim mesmo.

Ouvi a respiração

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