- Obrigado? – talvez não fosse para soar em tom de questionamento, mas foi como saiu.
O pai de Isadora tocou meu ombro, de forma pesarosa:
- Sinto muito, rapaz!
Eu também sentia. Porque eu jamais poderia corresponder às expectativas de qualquer pessoa, principalmente de Isabelle, que era merecedora do que houvesse de melhor na vida, por mais insensível e caótica que fosse.
- Não desampare Isabelle se ela é sua amiga – minha sogra propôs – Sem contar que vocês têm uma sociedade. Ninguém aqui lhe