Enchi a panela de água, mas percebi que minhas mãos tremiam tanto que algumas gotas caíram no chão.
A dor nas costas pulsava, e meu pescoço ardia cada vez que eu engolia em seco. Tentei respirar fundo, mas o peito doía mais do que eu queria admitir.
— Mãe… — a voz suave me fez estremecer.
Virei devagar.
Alana estava parada na porta, segurando o pano de prato que sempre ficava pendurado perto da pia.
O olhar dela era calmo, mas… atento demais pra uma criança de sete anos.
— O que foi, meu amor