Rafael entrou por uns minutos, cumprimentou Eduardo com um aceno de cabeça silencioso e ficou parado ao pé da cama, sua presença sólida foi um contraste com a fragilidade do ambiente.
Ele não falou muito, mas seu olhar ao observar Joyce era respeitoso, quase reverente. Ele também tinha uma dívida com ela.
Na volta para casa, o silêncio no carro era pensativo.
— Ele não tá bem — comentei, olhando a cidade passar pela janela.
— Não — concordou Rafael, sua mão firme no volante. — Mas ele não vai