Sigmund despertou com Ava o banhando com um tecido úmido, olhou ao redor e, apesar da visão embaçada, identificou estar em casa.
Ava sorriu, aliviada ao vê-lo desperto.
— Bom dia, maung. Como está? Presumo que faminto! — Ela sorriu.
— Sim. Posso me banhar, Ava Gyi. Não se preocupe. — Ele sentou.
— Claro que me preocupo, maung! Você dormiu sete dias ininterruptos. Os únicos sinais de consciência que observei foram nos momentos inquietos das sessões de Ranna. Como se sente?
— Os olhos estão p