Damian Vólkov
O som do porteiro do meu prédio ecoou pela sala, cortando o silêncio pesado que pairava na casa. Eu estava sentado à mesa, olhando fixamente para o vazio, minha mente emaranhada de pensamentos sobre Celeste. Ela ainda estava fraca, inconsciente, repousando no sofá da sala. Eu não conseguia afastar a sensação de que algo estava profundamente errado. Algo mais do que a possessão da bruxa antiga. Algo mais que me ligava a ela, de maneira inexplicável, perigosa.
Foi então que a porta