O depoimento foi numa quinta-feira de manhã num edifício do Loop a quinze minutos do escritório, numa sala com aquela qualidade específica das salas formais, cadeiras incómodas, mesa grande, ar seco, luz fluorescente que tornava toda a gente ligeiramente mais pálida do que era na vida real.
Havia dois procuradores: Andrea Reiss, que tinha o ar de quem fez isto muitas vezes e não ficará impressionada por mais nada, e um homem mais novo que tomava notas com uma velocidade que sugeria que essa er