DOMINIC THORNE
O motor do meu SUV blindado rugia como uma fera enjaulada enquanto eu rasgava as ruas de Manhattan. Eu não estava dirigindo; eu estava pilotando um míssil negro, guiado unicamente por uma fúria cega e um desespero que corroía as minhas entranhas. O velocímetro marcava o dobro do limite permitido, mas as leis de trânsito, assim como as leis da física e dos homens, haviam deixado de existir para mim no exato milésimo de segundo em que o telefone caiu da minha mão na sala de reuniõ