DOMINIC THORNE
A sala de reuniões executiva cheirava a medo puro, café frio e suor de desespero.
A longa mesa de vidro temperado estava ocupada por doze homens. Seis deles eram os meus diretores de mais alto escalão. Os outros seis eram os executivos e o CEO da empresa de tecnologia europeia que estávamos prestes a engolir. Todos eles estavam em completo silêncio, pálidos como fantasmas, com os olhos fixos na mesa, evitando a todo custo olhar para o topo dela.
Eu estava de pé. Havia tirado o