Arthur voltou para casa de madrugada, parou na porta do meu quarto e ficou um tempo pensativo, depois seguiu pelo corredor. Não demorou a dormir, pois havia bebido um pouquinho a mais que de costume.
No dia seguinte, nos encontramos no café da manhã. Eu acordei cedo. Logo que sentou-se, Arthur comentou preocupado:
— Hoje tenho muito trabalho! Sem o meu pai, embola um pouco o meio de campo!
— E o meu pai? Não ajuda?
— Isso é o que vamos ver!
— Parece que ele anda com