Quando descemos para o café, eu não estava à vontade com o meu marido, mas ele fazia questão de mostrar que estávamos bem. Abraçou a minha cintura e me fez fazer parte daquela farsa. Parecíamos um casal de pombinhos.
Arthur estava cabisbaixo na mesa. Depois que sentamos, ele se dirigiu ao pai, com expressão de arrependimento.
— Pai, me desculpe por ontem. Eu bebi além da conta e não devia ter faltado com respeito a sua esposa. Acho que misturei alguma coisa, estava alucinado! Por