Mayla não se mexe, continua olhando ao redor. O segurança insiste para que ela vá para o carro, mas ela nega com a cabeça.
— Eu sou o alvo. Talvez vocês consigam pegar eles se eu continuar aqui.
— Não iremos fazer nada se a senhora não estiver segura. Volte para o carro, por favor.
Mayla olha para o túmulo e deixa a última lágrima escorrer dos olhos. Ela se afasta lentamente e vai caminhando até o carro, olhando sempre para trás, como se ainda estivesse se despedindo do seu avôzinho. Adrian a e