Liv estava diante do espelho do quarto, já com o uniforme vestido — a calça preta, a camisa branca, o blazer ainda aberto sobre os ombros —, ajeitando o coque que tinha feito às pressas, quando ouviu uma batida leve na porta.
— Posso entrar? — A voz de Luz veio de fora, abafada pela madeira.
— Pode! — respondeu Liv, ainda olhando para o próprio reflexo, tentando decidir se prendia o cabelo de outro jeito ou deixava como estava.
A porta se abriu, e Luz entrou, já trocada — um vestido simples de