O quarto andar estava cheio naquela manhã, com o burburinho habitual do horário do café — vozes sobrepostas, o som das máquinas de café, cadeiras sendo puxadas, o cheiro que Liv tinha aprendido a associar com aquele espaço e que, naquele momento, era uma das poucas coisas que a faziam sentir que havia uma rotina, uma normalidade, num período da vida em que quase nada era normal.
Ofélia já estava lá, com a blusa azul-marinho do uniforme da telefonia e um pão com queijo pela metade, e quando viu