O motorista do caminhão saiu do veículo rapidamente. O vidro da Mercedes branca já estava estilhaçado. Ele enfiou a mão lá dentro e verificou o nariz da mulher:
— Ela ainda está respirando. Não está morta!
— Mate-a.
— O que você disse?!
Eva, sentada no carro não muito longe dali, tinha um brilho sinistro e assassino nos olhos:
— Eu disse — matem-na.
O motorista protestou:
— Não me atreveria! Faça você mesmo!
Ele estava dirigindo embriagado e causou um acidente. No máximo, poderia ser considerad