Já se foram algumas semanas e Kaléo continua irritado comigo, sem que eu tenha culpa de nada. Na verdade, ele age como um menino mimado. Paro o carro em frente à casa do Mayke e saio. Mal atravesso o pequeno portão e a porta se abre. Ele me recebe com um sorriso em uma roupa casual.
— Que bom que veio, meu amor, entre! — Ele segura a minha mão e me leva para dentro, sorrio ao entrar. — Quer comer algo?
— Sim, mas antes… — Envolvo o seu pescoço com o meu braço e ele me aperta contra si e me bei