YANAH
Trago Ykaro para a casa, Alina vai trabalhar e olho ao meu redor pedindo uma luz no fim do túnel, porque é assim que eu me sinto, perdida, sem ter a quem pedir ajuda. Ykaro para a minha frente.
— Yanah, só sirvo para dar trabalho. É tão ruim ser uma criança doente, não posso jogar futebol, tenho alergia a animais, não sei porque estou vivo. — Ykaro fala, chateado.
— Ykaro, não é hora de se maldizer. Você é perfeito, entenda que cada um nasce de um jeito e só cabe a nós entender. Vo