Naquela tarde, a campainha ecoou pela casa.
Poucos instantes depois, Paula entrou sorrindo discretamente.
Trazia uma pequena sacola de presentes para Malcollys.
Assim que chegou ao quarto, aproximou-se.
— Meu Deus... cada dia mais lindo.
Sorriu encantada para o pequeno, que mamava tranquilamente nos braços da mãe.
Susan sorriu de leve.
— Parece um anjinho quando está quietinho.
— Por que quando resolve chorar... ninguém segura, é? — perguntou Paula.
Susan assentiu.
As duas riram.
Por algun