325. O DUENDE DO BOSQUE E A PULSEIRA DE OBSIDAR
RAVEN
Ela nunca liga muito para os presentes, nem para os bolos. Nada a anima tanto quanto vir aqui.
É um canto afastado da floresta que rodeia o castelo.
Vejo como se aventura entre as árvores com curiosidade. Seu cabelo castanho-avermelhado solto, esvoaçando ao vento, uma tiarinha na cabeça e seu vestido rosa claro.
Procura entre os arbustos, se agacha, ergue o nariz… e a observo cheirar o ar.
Sigo-a de perto, meio escondida, e então a vejo chegar à clareira de sempre. Corre e revira tudo ao