FÁRIDA
Sofia me conduz pelo braço, um toque leve que serve como guia neste lugar onde tudo me parece tão novo e intimidante. Caminhamos em direção à saída do hangar, onde um carro de luxo, um modelo imponente que reflete as luzes artificiais do aeroporto, nos aguarda. O motorista, um homem de semblante sóbrio e postura impecável, abre a porta para nós com uma reverência que eu ainda não sei como retribuir.
Dona Valentina entra primeiro, acomodando Yasmin ao seu lado. Eu entro em seguida, sentin