— O senhor não precisa explicar nada! — seus olhos tremulavam, o peito subia e descia ofegante. — Não posso demorar, tenho que...
— Sim, preciso! Eu lhe devo muito.
Neste momento, senti um nó na garganta ao pensar que talvez fosse seu namorado que estivesse aguardando ansioso demais por ela. Seu celular começou a tocar na pequena bolsa que ela carregava, deixando-a em alerta.
— Um momento.
Sua testa enrugou quando olhou para o celular, ela logo retornou a ligação parecendo preocupada.
— O que