Em um quarto rústico, uma pequena ômega abriu os olhos. Sentia que aquilo era um déjà vu, pois, mais uma vez, despertava em um lugar estranho.
Observou tudo ao redor. Parecia estar em uma cabana na floresta, embora não tivesse certeza. Conseguia ouvir passos no cômodo ao lado, e isso a encheu de temor. Não fazia ideia de onde estava, e o cheiro que chegava até suas narinas era estranho; não conseguia determinar de que espécie se tratava, mas tinha certeza de que não era um lobisomem.
Com cuidad