Luna
Minha pele se arrepiou. Théo sempre soube como desarmar minhas inseguranças, e naquele instante eu percebi que não precisava mais esconder nada. Ele me aceitava por completo, com minhas forças, minhas fraquezas, meus medos.
— Acho que sou eu quem tem sorte, Théo. Retruquei, parando à sua frente. Ele ergueu a mão, tocando meu rosto com delicadeza, e eu fechei os olhos, absorvendo cada segundo daquele toque.
— Não é sorte, amor — disse ele, puxando-me para mais perto.
— É o destino esculpi