Luna
Sento novamente na poltrona, com a mala já arrumada, e aguardo o pouso. Quando o jato toca o chão, sinto a adrenalina correr pelas veias. Assim que descemos na pista clandestina, um carro preto elegante já me espera.
— Senhorita Intiz? — pergunta o motorista, descendo para abrir a porta.
— Sou eu. — Respondo em um italiano impecável, sem hesitar.
Entro no carro e dou o endereço que encontrei. Durante o trajeto, olho pela janela, absorvendo cada detalhe do caminho. Minutos depois, ve