Luna
O Grito da Serpente.
A porta do porão range ao se abrir novamente. O som ecoa pelas paredes frias, carregado de uma presença ainda mais sinistra. Guadalupe, a Serpente, entra com sua calma perturbadora. Seus olhos brilham na penumbra, analisando a cena como se tudo fosse um teatro ensaiado. Ela não tem pressa, não tem hesitação.
Ela se aproxima de La Reina, sua silhueta se movendo como uma sombra viva. O sorriso de Guadalupe é afiado, quase gentil, mas sua presença carrega algo que vai al