Capítulo CXXVI
Ária Duarte

- Quem?- Pergunto olhando para a minha mãe de pé que simplesmente nega. - Claro que não, que tolice a minha. - Propriamente se diz a me seguir, enquanto luto internamente comigo mesma a afirmar que eu não matei, me defendi, era ele ou eu.

- Mas eu a conheço minha filha, eles não, o seu tio...- Me segue pelo caminho de pedras enquanto ando, escuto o que diz.

- Ele não é meu tio. - Afirmo visando o chão. Como eu poderia considerar um homem que mandou me matar como familiar?

- O irmão
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