Ária Duarte
- Quem?- Pergunto olhando para a minha mãe de pé que simplesmente nega. - Claro que não, que tolice a minha. - Propriamente se diz a me seguir, enquanto luto internamente comigo mesma a afirmar que eu não matei, me defendi, era ele ou eu.
- Mas eu a conheço minha filha, eles não, o seu tio...- Me segue pelo caminho de pedras enquanto ando, escuto o que diz.
- Ele não é meu tio. - Afirmo visando o chão. Como eu poderia considerar um homem que mandou me matar como familiar?
- O irmão