Quando criança gostava de um doce caramelizado que sempre pedia para a minha mãe fazer nos meus aniversários.
Ele era doce, suculento e me deixava empolgado, mas ele perdeu toda a graça quando comparado a Ellen. Eu a amava, tinha certeza disso. A desejava como se fosse uma necessidade e assim que se tornou minha por completo confirmei o que já imaginava. Ela era a minha destruição.
Nunca imaginei que me sentiria tão leve e encantado com algo, como estava no momento, enquanto a observava dormir