Harvey acordou com o sol entrando pelas enormes janelas de seu quarto, os primeiros raios iluminando suavemente a vastidão da cama vazia ao seu lado. Ele estava de bom humor, algo raro depois de uma noite solitária. O vazio à sua esquerda era um lembrete incômodo de que Samanta não dormia com ele todas as noites, mas, estranhamente, ele estava se acostumando. Ainda que incomodado, ele sabia que não podia apressar as coisas. Samanta não era o tipo de mulher que se deixava prender tão rápido. E,