Sofia Morozova
Meus olhos estão fechados, mas estou acordada. Sinto uma pontada na cabeça, como se uma dor de cabeça estivesse por chegar, mas por enquanto nada que me incomode tanto. Deve ser pelo pouco que respirei da substância.
— Elas vão acordar em alguns minutos — o homem de cabelos brancos avisa. — Me avise quando despertarem.
— Sim senhor — um dos homens de capuz diz.
A porta que está longe do meu campo de visão se fecha.
O quarto é frio e escuro, e estamos deitadas no chão e meus ossos