Tanta coisa se passava na minha cabeça desde aquela conversa com a Samanta. Ela estava certa. Sempre que o William aparecia na história, eu não sabia o que fazer. Eu mudava. Não importava o quanto eu me preparasse, meu plano desmoronava como areia entre os dedos. E eu me odiava por isso. Porque ele me prendia — cada dia, cada segundo — por mais tempo do que eu queria admitir.
Eu tentava me convencer de que já bastava. Que o sentimento que gritava em meu peito poderia ser apagado com a força da m