"Lorena"
O som do trinco da porta da suíte ecoou como um veredito. Ali, naquele silêncio luxuoso e abafado, as batidas domeu coração pareciam ser controladas pela respiração pesada de Érick Albelini contra a minha nuca, enquanto sua mão afastava os fios da peruca do meu pescoço e ele beijava cada centímetro de pele que conseguia revelar no meu corpo.
Ele não esperou por convite ou aceitação. As suas mãos, as mesmas que me prenderam contra a pilastra da boate, agora me prendiam contra a madeira