Maxim Volcov.
Eu me aproximei lentamente, o piso de madeira rangendo sob meus pés. “Irina,” minha voz soou baixa, mas o suficiente para tirá-la de seus pensamentos. Ela se sobressaltou e ergueu o olhar, seus olhos brilhando com uma mistura de alívio e preocupação.
“Maxim,” ela respondeu, sua voz suave, mas carregada de uma inquietação que ela tentava esconder. Fechei a distância entre nós, parando ao lado da poltrona e olhando para o fogo crepitante na lareira. A luz laranja dançava nas paredes