Maxim Volkov.
A noite se arrastava como uma sombra densa pela mansão Volkov. O eco dos meus passos pelo escritório ecoava a inquietação que permeava o ambiente. Cada discagem no telefone de Irina era uma tentativa desesperada de quebrar o silêncio opressivo.
O celular dela permanecia desligado, uma evidência sombria de que algo estava errado. O brilho fraco da tela do meu próprio telefone iluminava o rosto, revelando a tensão que se acumulava em cada linha de expressão.
A espera era insuportáve