— Eu... — sua voz falhou, e ela precisou fechar os olhos por um instante. Quando os abriu, estavam cheios de firmeza. — Não. Eu não quero o seu dinheiro, Gabriel. Nem seu contrato.
— Você pode fingir o quanto quiser, Elana. Mas está recusando mais do que dinheiro.
Ela se manteve firme.
— Prefiro recusar agora a me arrepender depois. Pode sair.
Ele demorou um segundo, analisando-a de cima a baixo, como se quisesse decorar a imagem. Então ajeitou o paletó e saiu, sem dizer mais nada.
Quando