Finalmente terminamos de arrumar as malas. Ainda eram 11h, então colocamos as roupas de banho e fomos para a praia.
O caminho até a areia era curto. Dava para sentir a brisa salgada no rosto e ouvir o som das ondas quebrando lá longe. O céu estava azul, sem uma nuvem.
Chegando lá, pedimos umas mesas para o dono de um quiosque. O homem, moreno, de sorriso fácil, colocou quatro mesas juntas para nós e ainda trouxe um guarda-sol grande.
— Turistas? — perguntou, em português.
— Eles são — respondi.