Adrian narrandoElena entrou desesperada na minha sala. Sua respiração estava acelerada, e seus olhos brilhavam de pânico. Quando ela contou o que tinha acontecido, não pensei duas vezes.— Vamos, rápido! — disse, já pegando as chaves do carro.Ela colocou o endereço da creche no GPS, e seguimos sem parar. Durante o trajeto, observei-a de relance. As lágrimas desciam sem parar pelo seu rosto. Um aperto no peito me dominou.Isabella estava no banco de trás, tentando acalmá-la com um carinho no ombro. A cena era de cortar o coração, mas também revelava a força de Elena.Em pouco tempo chegamos à creche. Assim que o carro parou, Elena e Isabella saltaram, e eu as segui.Elena correu à procura de sua filha. Mal a vi, percebi uma mulher com uma criança nos braços. Assim que a pequena ouviu a voz de Elena, parou de chorar e esticou os bracinhos para a mãe.— Oi, meu amor, está tudo bem, mamãe está aqui — disse Elena, abraçando Sofia com força, soluçando.Isabella também se aproximou, acaric
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