O uivo baixo e primal ainda ecoava em meus ouvidos, um som que fazia meu coração disparar e minha loba se eriçar. A floresta estava silenciosa, mas o ar pesava, carregado com aquele cheiro selvagem que me envolvera momentos antes. Meus pés descalços afundavam na terra úmida, o vento frio cortava minha pele, mas eu não recuei. Minha loba rugia, exigindo que eu avançasse, que descobrisse quem — ou o que — me observava das sombras. Cada músculo do meu corpo vibrava, alerta, enquanto meus olhos var