EDWARD PORTMAN
Dirigia pelas ruas movimentadas, o relógio no painel do carro marcava o tempo que me restava antes do início do jogo, e eu já imaginava o som da torcida e o estalo das batatas fritas sendo devoradas. As sacolas com os petiscos comprados de última hora estavam no banco do passageiro, balançando levemente conforme eu acelerava nas curvas.
Estacionei na garagem do prédio e peguei as sacolas, subindo rapidamente pelo elevador. Quando a porta do apartamento se abriu, fui recebido por