Terminei fechando o curativo contra a sua vontade, as suas mãos arrastando-me para o seu colo. — Valentim para! — Mas era em vão pedir, ou mandar, sentei-me em seu colo, rasgando a penultima tiragem, até que preguei em sua pele, mas a minha atenção foi tomada, a minha mão ainda deslizava sobre o montate de gazes, quando a sua lingua entrou em minha boca.
Sugou-me, olhando em meus olhos, por tê-lo mordido antes, nem posso morder-lhe outra vez. Seu beijo foi de olhos abertos, nos meus, a sua l